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quarta-feira, 22 de junho de 2016

Imprevistos acontecem II – Viagem cancelada



Não sou do tipo que gosta de planejar viagens com muita antecedência, não me sinto confortável com qualquer tipo de planejamento a longo prazo. Nossa vida é imprevisível, como saber se tudo estará exatamente igual daqui a um ano? Mas de algumas situações não dá para fugir. Em viagens é preciso comprar passagens, reservar hospedagens... 

A ideia de viajar para a Europa já não era nova, mas resolvemos que seria no meu aniversário de 50 anos. E até que deixamos para decidir todos os passos quase em cima da hora porque demoramos para escolher os hotéis. O Vlad já havia comprado, porém, todas as passagens, de acordo com o roteiro que havíamos traçado. O único ponto pendente era a hospedagem em Santorini, onde passaríamos meu aniversário. No dia seguinte iríamos para a Itália e a intenção era também participar da procissão de Corpus Christi e de uma missa fechada com o Papa. Já havíamos mandado um fax para o Vaticano solicitando acesso à missa, mas mesmo que não respondessem (parecia pouco provável), tentaríamos ao chegar em Roma.

Terminamos o domingo, 3 de abril, com 90% dos planos finalizados. 
Na segunda pela manhã aconteceu o impensável: o Vlad foi atropelado. 

Passado o susto inicial e descartados problemas mais sérios, na noite daquele dia ele já estava em casa, mas com indicação de repouso absoluto. Por pelo menos 15 dias ele não poderia andar, por conta de uma abertura na bacia. No retorno ao médico, no entanto, foi diagnosticada também uma lesão no joelho e descartada a possibilidade de viagem por pelo menos dois meses. 

Vlad, depois da bacia já recuperada e ainda com o joelho em tratamento

Afastado também do trabalho, ele cancelou as férias e começamos a pensar, com um aperto no coração, no processo todo de desistência. Muita coisa já havia sido paga, como passagens aéreas, ferry, trem, hospedagem... Eu, se pudesse, reservaria tudo com possibilidade de cancelamento, mas ele dizia que sairia mais caro e como tínhamos certeza das datas não havia motivo para isso.

Nesse meio tempo, sem esperar, recebemos o e-mail do Vaticano com as informações sobre como retirar os bilhetes para a missa com o Papa. Que tristeza ao ler a mensagem... nem tínhamos certeza se responderiam e a resposta estava lá, sem que pudéssemos aproveitá-la.


O e-mail do Vaticano, informando como retirar os bilhetes para a Audiência Geral do Papa Francisco

Enfim. O que interessa aqui é lembrar que imprevistos acontecem e eles devem ser cogitados. O médico deu um atestado para facilitar os pedidos de reembolso, mas já sabíamos que é difícil conseguir um valor justo, principalmente no caso das passagens aéreas. O Procon orientou a cancelar na Decolar (o Vlad comprou quase todas através da Decolar, com exceção da passagem de Santorini para Roma, que foi adquirida diretamente pelo site da Vueling). Depois deveríamos entrar no Tribunal de Pequenas Causas para exclusão ou diminuição de multas, caso não concordássemos com o valor. Pesquisando a respeito, vimos que é comum a Justiça melhorar a porcentagem dos valores restituídos.

O Vlad mandou também e-mail para a agência Danae de Atenas (que vendeu a passagem para o ferry de Atenas a Santorini), para a Talys (operadora do trem de Paris a Bruxelas) e para o hotel em Paris, que já estava com parte da hospedagem paga. Para nossa surpresa, a Danae respondeu no mesmo dia, lamentando o ocorrido, desejando uma rápida recuperação e informando que iriam reembolsar o valor total da passagem. Já a Talys e o hotel de Paris nunca responderam. 

O e-mail da Danae Travel e a gentileza do tratamento da empresa, representada pela Caterina
Na Decolar, em relação às passagens, o procedimento inicial foi feito pela internet. Há um campo específico no site para o relato da desistência. Enviamos o atestado médico junto com as informações sobre o ocorrido. A Decolar abriu um processo para solicitar junto às companhias aéreas a exclusão das multas pelo cancelamento. Porém, nem a TAP e nem a Air France aceitaram o pedido, tivemos que arcar com o valor das multas, o que, no caso da Air France, representou quase a totalidade do valor da passagem. Os reembolsos foram feitos em pouco menos de dois meses no cartão de crédito. O reembolso da Danae chegou em uma semana.

No final, conseguimos recuperar algo em torno de 60% do que foi gasto. Os euros que já havíamos comprado ficaram guardados para as próximas férias. Não desistimos da nossa viagem, ela ainda vai acontecer. Porém, com algumas alterações no roteiro. O Vlad demonstrou que não mexeria em nada. Eu prefiro mudar o que não deu certo, começar por outro país, trocar alguns destinos...

Quanto ao acidente, ele continuou se recuperando. Os dois meses iniciais de tratamento passaram a três, assim como a licença no trabalho. Resta agora torcer para que ele fique 100% para mochilarmos sem problemas em nossas próximas férias, pela Europa ou por onde o destino nos levar.


quinta-feira, 2 de abril de 2015

Roma - Segunda parte


Quando estávamos no Coliseu, encontramos um casal de Santo André, na Grande São Paulo, que estava no último dia de viagem. Disseram que tinham acabado de voltar do Vaticano, mas ficaram desapontados quando souberam que teria uma missa do Papa no dia seguinte e não poderiam ver. Agradecemos a dica e no dia seguinte resolvemos adiantar para a parte da manhã a visita ao Vaticano que faríamos à tarde.

O metrô de Roma é bem simples. São apenas duas linhas (ou eram, em 2009). Pegamos a linha A na estação Termini e descemos na estação Ottaviano, que era a mais próxima da entrada do Vaticano. De lá, uma caminhada de vários quarteirões pela Via Ottaviano e Via di Porta Angelica até chegar às colunas que delimitam a Piazza San Pietro.


O caminho já estava apinhado de gente. Uma multidão caminhando para a mesma direção. Me lembro de ter ouvido uma romana reclamando num italiano bastante compreensível: “Sembra che il mondo intero è venuto a Roma oggi!”… E realmente era o que parecia… gente do mundo inteiro tomando aquelas proximidades.
Da Via di Porta Angelica eu já conseguia vislumbrar as colunas da praça. E atravessar a Porta Angelica foi como sair de um mundo e entrar em outro.




A Porta Angelica é uma das muitas portas que atravessam o Passetto di Borgo, um muro que liga o Vaticano ao Castel Sant’Angelo. Quando se atravessa ela, a primeira coisa que chama a atenção é o Colonnato, um conjunto de 284 colunas que partem da Basílica di San Pietro e parecem abraçar toda a praça. Acima das colunas ficam 140 estátuas de santos, cada uma com cerca de 3 metros de altura. Atravessando as colunas na altura da Porta Angelica, nos deparamos com uma barreira de detectores de metais, como nos aeroportos. Tinha tanta gente na praça que nem consegui prestar muita atenção no obelisco egípcio que fica no centro dela. Escolhemos um lugar para ficar e esperamos.

A Porta Angelica
Piazza San Pietro e a Basílica lá atrás

O obelisco egípcio
Quando Bento XVI apareceu e ocupou uma cadeira na entrada da basílica, todo o burburinho parou…

Foi uma cena emocionante aquela gente toda em frente à belíssima Basílica de San Pietro. E quando o Papa começou a falar, foi um silêncio solene e total… Mesmo não sendo católico, assisti a missa até o fim. E aquilo me emocionou… aquelas pessoas vindas de tantos lugares diferentes do mundo. Todas movidas pela mesma fé. Reverenciando… A praça inteira calada e apenas a voz do Papa ecoando por quase duas horas. A sensação de paz… Saí dali bem mais leve do que quando entrei.

Ouvindo Bento XVI. Silêncio.
Depois da missa fomos até a entrada do Museu do Vaticano com o objetivo de conhecer a Capela Sistina, que era uma prioridade para mim. O percurso tradicional até a capela é seguir à direita na entrada, passar pelo Museu do Vaticano e terminar a visita nela. Mas, como havia muita gente, resolvemos fazer o inverso, pegamos o caminho da esquerda e fomos direto. O corredor que leva até lá é um espetáculo à parte. Teto e paredes eram cobertos com ricos detalhes e belíssimas obras de arte. Só isso já fazia a visita valer a pena.


Riqueza e arte... muita arte.

Depois de mais ou menos dez minutos andando por esse corredor, atravessamos uma porta estreita e entramos na Capela Sistina. Para um amante de arte como eu, foi um momento emocionante ver diante de mim aqueles afrescos criados por alguns dos maiores artistas da história, como Raffaello, Bernini, Botticelli e outros, cobrindo as paredes. Mas o que mais chama a atenção são as obras de Michelângelo: o teto que conta a história da criação do mundo e o enorme afresco do juízo final que cobre a parede do altar.
 

Diferente do Foro Imperiali no dia anterior, aqui não pudemos ter qualquer momento de contemplação. Em pouquíssimo tempo a capela ficou abarrotada de gente falando alto e tirando fotos (o que descobri depois ser proibido). A saída foi um sufoco, pois o corredor estreito já estava totalmente tomado por uma multidão no sentido contrário.

A Criação do Mundo de Michelângelo no teto da capela

A criação de Adão


O impressionante Juízo Final de Michelângelo ocupa toda a parede do altar

Diante do "Juízo Final"...

Saí de lá sem conhecer o Museu do Vaticano, vai ficar para uma próxima visita à Roma. Preferimos aproveitar aquele dia conhecendo mais a cidade, afinal, teríamos que, novamente, acordar cedo para pegar o voo para Atenas. Seguimos em direção ao centro de Roma, atravessando o rio Tibre pela bela ponte Sant’Angelo, construída no segundo século depois de Cristo e ornada com estátuas de anjos. A ponte atravessa o rio na altura do Castelo Sant’Angelo, que foi construído na mesma época pelo imperador Adriano para ser o seu mausoléu e já foi usado como edifício militar na época do Império Romano, como fortaleza dos papas no período medieval e como prisão na época dos movimentos para unificação da Itália. Do seu terraço superior, tem-se a vista do Tibre, dos prédios da cidade e até mesmo do domo superior da Basílica de São Pedro, no Vaticano. Mas também passamos por ele sem entrar. Esse é o grande problema de “passar” por uma cidade como Roma sem ficar alguns dias para aproveitar.

Passetto di Borgo

Ponte Sant'Angelo

Castelo Sant'Angelo

Logo depois da ponte, seguimos por ruas estreitas e tortuosas até o Panteon. Andar nessas ruazinhas de Roma é uma delícia. Ruas estreitas, casas muito antigas, praças que aparecem do nada. É como caminhar num filme. E a cada passo você pode esbarrar em história…
 

No caminho paramos em uma gelateria perto da Igreja San Salvatore in Lauro, onde tomei um dos sorvetes mais gostosos que já pude experimentar.

Se perder nessas ruazinhas é uma delícia

Un delizioso gelato nel mezzo del cammin

Mas encontrar o Panteon não estava sendo nada fácil. Continuamos andando pelas ruazinhas, passamos pela Piazza Navona, uma das mais belas praças de Roma, e, enfim, chegamos até ele.
 

Único edifício construído na época greco-romana que ainda se encontra em perfeito estado de conservação, o Panteon, desde que foi construído, sempre se manteve em uso: primeiro como templo dedicado a todos os deuses romanos (por isso seu nome, que significa “todos os deuses”) e desde o século VII como templo cristão. A construção tem um pórtico magnífico, com três fileiras de colunas e uma inscrição em latim que diz “M.AGRIPPA.L.F.COS.TERTIUM.FECIT”, ou seja, “Construído por Marco Agripa, filho de Lúcio, cônsul pela terceira vez”.  Mas o que salta aos olhos é a imensa cúpula em forma de esfera sem nada que a sustente e com uma abertura no meio, por onde passa sua única fonte de luz natural. Um trabalho assombroso de arquitetura, que se mantém há dois mil anos intacto no centro de Roma.
 

Piazza Navona

O imponente Panteon

Altar no interior do Panteon

Orifício na cúpula do Panteon. A única luz natural que entra.

Terminamos o passeio na Piazza Venezia, uma das mais famosas praças romanas, onde se encontra o Vittoriano, monumento dedicado ao rei Vittorio Emanuele II – construído entre 1885 e 1911 – que abriga o corpo de um Milite Ignoto (soldado desconhecido) da Primeira Guerra Mundial representando todos os soldados mortos na guerra. Na parte superior do Vittoriano se encontra o Museo Centrale del Risorgimento. Foi de lá que tive algumas das melhores vistas da cidade.

O Vittoriano na luz do fim da tarde





Voltamos a pé até o hostel e dormimos bem cedo para pegar o primeiro trem até o aeroporto. Nossa aventura em Roma durou menos de dois dias.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

O que te leva ao primeiro passo?

A comunidade “Eber, quero fazer um mochilão”, do Orkut, reunia o pessoal em torno do tema “viagens” e por isso mesmo havia lá ótimos álbuns com o tema. Pensando nisso, um dia inventamos um concurso de fotos de mochilão em um dos encontros que fazíamos. No concurso, foi decidido que as fotos deveriam entrar em 4 categorias: paisagem, cidade, pessoas e nonsense. Não sei como chegamos a essas categorias, mas o pessoal conseguiu juntar ótimas fotos de suas viagens com esses temas.

Foi lembrando isso, essa divisão das fotos em categorias, que comecei a pensar nas coisas que me motivam a fazer uma viagem. O que esperar dela? Por que escolher esse destino e não outro?

Sei que cada um tem as suas motivações. Várias delas. E algumas podem ser mais fortes que outras. Eu tenho as minhas:


Natureza

Não era minha prioridade, minha vontade de viajar sempre teve mais relação com história. Mas depois de algumas viagens que fiz, comecei a ver a natureza com outros olhos… e me apaixonei por isso! A natureza deslumbra, enche os olhos e mexe com todos os outros sentidos. E em todos eles eu guardo lembranças de lugares por onde passei… Desde o profundo azul do mar Egeu até a neve no topo de um vulcão no Chile. Ou mesmo uma vastidão de areia numa praia do Uruguai… a lua surgindo no mar… o céu estrelado de Monte Verde… Momentos de contemplação que não cabem em uma foto. Aliás, devo sempre lembrar que fotos são importantes, sim, pois o que é belo merece ficar registrado de alguma forma, mas em primeiro lugar deve vir sempre a contemplação. Sei que perdi momentos de imersão na natureza pela preocupação em tirar o máximo possível de fotos. Agora, no entanto, tento agir de maneira diferente. Primeiro encho meus olhos. Depois as lentes da câmera.

Cordilheira dos Andes

Playa Sur em Cabo Polonio - Uruguai

Isla Negra - Chile

Ojos de Caburga - Pucón - Chile

Baía de Paraty - RJ

Mar Egeu em Santorini - Grécia

Vulcão Villarrica - Pucón - Chile


História

Sempre fui apaixonado pela mitologia grega e um dos meus sonhos de garoto era conhecer a Acrópole de Atenas. Durante muitos anos amadureci essa ideia, até que em 2009, enfim, fui para lá. E a sensação de sentar nas arquibancadas do Teatro de Dionísio e sentir ali a atmosfera de dois mil anos de história é um daqueles momentos que vão estar sempre registrados em um lugar especial na minha memória. Era como se aquelas arquibancadas estivessem esperando vinte séculos pela minha presença. É fantástico conhecer in loco onde a história aconteceu. A sensação de visitar um museu, uma rua ou uma cidade e ver com os próprios olhos as marcas da história é uma delícia. Adoro história! E obra humana que sobrevive ao tempo é fascinante e merece ser conhecida.


Àgora Antigo - Atenas

O Coliseu - Roma

Foro Imperiali - Roma

Mariana - MG

Ouro Preto - MG

Entrada do Panteon - Roma

Arquibancadas do Teatro de Dionísio Eleutério - Atenas


Cidades

Buenos Aires, Montevideo, Santiago, Paris, Roma, Atenas, Campos do Jordão, Belo Horizonte, São Paulo… Toda cidade tem algo de peculiar que chama nossa atenção e mexe com nossa curiosidade. É uma experiência sempre nova conhecer ruas, parques, arquitetura, movimento, trânsito, lojas, vida noturna, idiomas… Coisas que são tão diferentes em cada lugar que vamos e que justamente por isso nos fazem crescer mais quanto mais conhecemos. E é gostoso e importante, também, interagir… mergulhar no cotidiano desses lugares, se misturar às pessoas. Se jogar no mundo!


O antigo e o novo em Atenas

Igreja de São Francisco de Assis e a Lagoa da Pampulha - Belo Horizonte - MG

Caminito - Buenos Aires

Parlamento Uruguaio - Montevideo

Piazza Navona - Roma

Santiago emoldurada pelos Andes - Chile

As casas coloridas de Valparaiso - Chile


Gastronomia

Comer também é um ótimo pretexto para viajar. Seja para experimentar sabores exóticos ou se deliciar com pratos típicos. E vale de tudo, desde comidas de rua a restaurantes tradicionais com o melhor de cada país. Sei que aqui em São Paulo dá para encontrar comida de qualquer lugar, mas nada se compara a experimentar a comida em um ambiente típico. Faz muita diferença comer um fondue em uma cidade de montanha, experimentar um vinho especial no meio de um vinhedo no Chile, comer um bife de chorizo numa rua de Buenos Aires ou até comer um churrasco grego numa praia de Santorini. Porque comida também é cultura… é a cultura de um povo em forma de sabor.


Um suculento assado em Montevideo

Bife de chorizo numa noite de tango em Buenos Aires

Camarões ao molho de limão em Colonia del Sacramento

Um almoço delicioso à beira do Pacífico em Isla Negra

Mote com huesillos - Bebida típica de verão em Santiago

Uma pizza esquisitíssima em Roma

Terremoto em La Piojera - Um dos drinks mais estranhos que tomei em um dos lugares mais pitorescos que visitei


Cultura

Fomos para o Uruguai no começo do ano e era época do Candombe, que é o Carnaval de lá. Em Colonia del Sacramento, tivemos a oportunidade de assistir a “Fiesta de Llamadas”, um desfile de blocos de Candombe. Muito longe de ser como o nosso carnaval, mas foi curioso presenciar a festa de um outro povo. Assim como foi interessante ver a troca da guarda no parlamento de Atenas, assistir um espetáculo de tango numa noite em Buenos Aires ou ver uma missa do Papa na Piazza San Pietro no Vaticano. Ter o oportunidade de conhecer e vivenciar, sempre que possível, os costumes e a cultura de um lugar, enriquece qualquer viagem.


Troca da guarda no parlamento de Atenas

Candombe em Colonia del Sacramento

Num cassino em Punta del Este

Colocando nosso cadeado na Fuente de los Candados em Montevideo

Uma noite de Tango no Esquina Carlos Gardel em Buenos Aires
Missa do Papa Bento XVI na Basílica de San Pietro no Vaticano


Pessoas

Por último, mas não menos importante, há as pessoas. Sim, conhecer pessoas e seus costumes é uma ótima experiência de viagem. Aqueles amigos instantâneos de que a Verônica fala, pessoas que passam pela sua vida tão rápido, mas o suficiente para deixar um pouco mais de experiências nos lugares por onde você passa. Ou então apenas aquelas que a gente observa em nossas caminhadas.


William. Nosso garçon na Casa Parrón da Lapostolle...

... e o casal de americanos que aproveitou conosco aquela tarde

Garotos vendendo pinhão em Monte Verde
O guarda suíço do Vaticano...

... e os Carabineros de Chile

A simpatia da Juliana que fez ainda mais agradável nossa degustação na Bodega Narbona

Turminha animada e os nossos guias em Pucón

Francis e Maria. Casal simpático num almoço em Roma

O artista em seu ateliê na praça de Santiago


E você? Também tem seus motivos para viajar? Ou aquelas coisas que não podem faltar nos lugares onde vai? O que te empurra para dar o primeiro passo?